sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Dindi

de quanto em quanto tempo, oh dindi,
eu sofro por este motivo, sublime, dizem,
que me assola pelo silencio que vem de ti?

de quando em quando, acredite em mim,
eu passo á esperar por ti, oh dindi?

Há quem diga que sou louco
que não deveria amar-te tanto assim.

mas o que posso responder, se não escolho
sendo que a poesia que é tua
nasce como uma flor num jardim?

estou aqui por ti, para ti e de ti.
não sou um. sou eu.
eu que, mesmo sem eira,
vivo na beira para te ver feliz...

3 comentários:

Leandro Coimbra disse...

sempre te acho e acharei talentoso (ok, nem tão sempre assim), embora desconfie, não duvido de ti, mas cara, isso é teu?

Tchakaruga de Paranaguá disse...

eu te falei que esse apelido que tu me deu aquela noite era pra ficar só entre nós... Dondo, um beijo do TEU Dindi. hahahahahahahahahahahahahahhahahahahahahahahahahahahahahahhaha

MarginalVersoParalelo disse...

Nossa, Tchaka...